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Montes D Lá Grande Reserva

R$ 295

Montes D Lá Grande Reserva 2017: tinto seco do Alentejo, encorpado e macio, com fruta madura, ameixa, baunilha e final prolongado. Ideal com cordeiro, carnes de cocção lenta e queijos curados. Garrafa de 750 ml.

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O Montes D Lá Grande Reserva 2017 é um tinto seco português de presença marcante: combina a intensidade da fruta madura com uma textura cheia e macia, taninos firmes e redondos e um final prolongado. É uma escolha para refeições de sabores intensos e para quem aprecia vinhos volumosos, capazes de acompanhar a conversa ao longo da mesa.

A casa por trás do vinho

Montes de Lá é a marca dedicada ao Alentejo da Grande Porto, empresa familiar portuguesa fundada em Gondomar em 1981. Sua entrada no universo dos vinhos ocorreu em 2000, por meio de parcerias com quintas. A ampliação dessas relações deu origem a um portfólio que valoriza diferentes regiões portuguesas. O nome Montes de Lá remete à paisagem alentejana e traduz a ligação da marca com a identidade regional.

A Grande Porto é identificada nesta garrafa como responsável pelo engarrafamento e pela distribuição. A apresentação do vinho deve ser entendida dentro desse trabalho de marca e seleção regional, sem atribuir a uma propriedade específica a origem dos vinhedos. Conheça a história da Grande Porto no site oficial.

Alentejo, cultivo e composição

A indicação geográfica Alentejano situa este vinho em uma das grandes regiões vitivinícolas de Portugal. O corte reúne Aragonez, Alicante Bouschet, Trincadeira e Tinta Caiada, castas que permitem construir um conjunto de cor, fruta e estrutura. A combinação de variedades é parte essencial da identidade deste tinto, cuja expressão privilegia maturidade aromática e amplitude de boca.

Para esta safra, não estão especificados a propriedade de cultivo, o solo de cada parcela, a idade das videiras ou o regime de irrigação. Por isso, não se atribuem ao produto certificação orgânica, manejo biodinâmico, cultivo de sequeiro ou colheita manual. O interesse está no caráter regional e no resultado do corte, sem presumir práticas agrícolas particulares.

O vinho e seu perfil sensorial

Na taça, apresenta cor granada intensa e evoluída. O perfil aromático reúne fruta madura, ameixa e baunilha, em uma expressão complexa e envolvente. A referência à baunilha descreve uma sensação aromática; não estabelece, por si só, o tipo de madeira ou o período de amadurecimento.

Em boca, é cheio, macio e volumoso, com taninos firmes e redondos e persistência prolongada. Essa combinação favorece uma experiência de degustação com textura e presença. Por ser uma safra de 2017, a expressão de cada garrafa depende das condições de conservação: evolução aromática e eventual depósito podem ocorrer, sem que seja possível garantir um estágio de maturidade idêntico em todas as unidades.

Harmonizações para uma mesa de sabores intensos

Cordeiro assado com alecrim e batatas é uma sugestão especialmente interessante: a intensidade da carne e a suculência do assado acompanham o volume do vinho. O tempero de ervas acrescenta contraste ao perfil de fruta madura.

Carne bovina de cocção lenta, como costela ou bochecha ao molho do próprio assado, oferece textura e profundidade para os taninos e a persistência do tinto. Prefira molhos concentrados e pouco adocicados, que mantenham o equilíbrio do conjunto.

Para uma opção sem carne, experimente risoto de cogumelos com queijo curado: a cremosidade e o umami dos cogumelos criam uma combinação de boa intensidade. Queijos curados e massas com ragu também são sugestões para explorar à mesa. Essas combinações são recomendações de serviço, não ingredientes ou aromas adicionais atribuídos ao vinho.

Como servir

Sirva entre 18 e 20 °C, preferencialmente começando no limite inferior para que a bebida aqueça gradualmente na taça. Uma taça de vinho tinto com bojo amplo ajuda a perceber os aromas. Evite servir a garrafa quente, pois isso pode acentuar a percepção alcoólica.

Abra e prove antes de decidir pela decantação. Caso haja depósito, deixe a garrafa em pé previamente e transfira o vinho com cuidado, interrompendo antes que os sedimentos cheguem ao gargalo. Se o aroma estiver pouco expressivo, acompanhe a evolução na taça; uma aeração curta pode ser suficiente. Em uma garrafa evoluída, não se recomenda uma decantação longa como regra.

Como conservar

Antes de abrir, mantenha em local escuro, fresco e com temperatura estável, longe do sol, de fontes de calor, vibrações e odores fortes. Uma adega climatizada é preferível ao armazenamento em ambientes sujeitos a grandes oscilações. Se a vedação for de cortiça, guarde a garrafa deitada para conservação prolongada.

Depois de aberto, feche bem e mantenha na geladeira, inclusive sendo um vinho tinto. Como orientação prática, procure consumir em dois a três dias, avaliando aroma e sabor a cada serviço; uma garrafa mais evoluída pode perder expressão antes. Retire apenas a quantidade que será servida e aguarde chegar à temperatura recomendada. Não há uma data de guarda futura garantida para esta safra sem conhecer o histórico de armazenamento.

País

Portugal

Uva

Trincadeira, Aragonês, Alicante Bouschet, Tinta Caiada

Safra

2017

Tipo

Fino, Seco, Tinto

Teor Alcoólico

15%

Harmonização

Carnes Vermelhas Assadas, Cordeiro Assado, Cordeiro com Alecrim, Cordeiro com Tomilho, Queijos Curados, Ragu de Carne, Risotos de Cogumelos Suaves

Temp. Serviço

18 °C

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